sábado, 12 de março de 2016

Procurando pelo policial Fischer

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Sobre Reis e Profetas: Nova série quer ser “Game of Thrones” bíblico


Sobre Reis e Profetas: Nova série quer ser “Game of Thrones” bíblico
Estreou nos Estados Unidos esta semana, a série Of Kings and Prophets [Sobre Reis e Profetas, em tradução livre]. Produzida pela ABC, canal que pertence ao grupo Disney, a aposta da emissora é que poderá ser o novo “Game of Thrones”. A primeira temporada terá 15 capítulos.
Alguns elementos são os mesmos, cenas sangrentas de batalha, a disputa do trono do reino de Israel. O primeiro episódio, com o título de “Offerings of Blood” [Ofertas de sangue], afirma que o roteiro é “baseado na Bíblia”, mas existem vários elementos ficcionais.
O rei Saul (Ray Winstone) luta bravamente contra os filisteus, antigos inimigos de Israel. Na tentativa de unificar as doze tribos, oferece sua filha, Merabe (Jeanine Mason), em casamento a Mattiyahu de Judá (Matt Whelan).
Em meio aos preparativos para o casamento, o profeta Samuel (Mohammad Bakri) procura Saul com uma mensagem de Deus. O rei deve eliminar os amalequitas, outro povo inimigo dos israelitas.
Contudo, Saul desafia a ordem divina, o que dá início a muitos acontecimentos que acabarão ameaçando seu reinado. Ao mesmo tempo, o pastor Davi (Olly Rix), tenta pagar as dívidas de sua família.
Ele deseja matar o leão que está acabando com os rebanhos do reino. Decide ir até o palácio do rei em Gibeá, acompanhado de seu primo Joabe (David Walmsley). Ao anunciar seus planos, a rainha Ainoã (Simone Kessel) ridiculariza Davi, mas sua filha Mical (Maisie Richardson-Sellers) acredita que ele é capaz de realizar esta perigosa façanha. Davi propõe então que, se ele matar o leão, as dívidas serão perdoadas.
Na narrativa bíblica em 1 Samuel 18, Merabe, filha mais velha de Saul, devia ser dada a Davi após ele ter matado o gigante Golias. Contudo, ela foi dada por mulher a Adriel, o meolatita.
Para quem conhece a série Game of Thrones reconhecerá vários elementos em comum. Os leitores da Bíblia, familiarizados com a narrativa, também verão semelhanças com elementos da série A Bíblia, um dos maiores sucessos da TV mundial nos últimos anos.
Embora a audiência da estreia tenha sido boa, a série está enfrentando resistência de alguns grupos conservadores. O PTC (abreviatura de Conselho dos Pais sobre Televisão) afirmou “não estar feliz” com a interpretação da Bíblia mostrada pela ABC. Afirmam que a série não é recomendada para crianças, por conta do excesso de sangue e sexo.
O produtor Chris Brancato, se defende, lembrando que a série foi produzida pela mesma responsável pelo filme “Êxodo: Deuses e Reis” (2014) de Ridley Scott. Justifica ainda que a narrativa do Antigo Testamento é violenta e repleta de sexo.
Em uma entrevista no ano passado, enquanto o material era filmado, Brancato resumiu assim o que queria mostrar: “É extraordinariamente violento. É sexual. É uma luta de poder entre dois homens. Nós não vemos isso como uma história revisionista, nem como uma tradução literal. Temos procurado fazer uma série moderna… Esta é uma versão “sem dragão” de Game of Thrones”.
Há uma possibilidade de a serie ganhar nas próximas uma versão “on demand” apenas para a internet onde mostraria todas as cenas ‘censuradas’ pala ABC para tornar o show mais atrativo para o público da TV aberta. Com informações de Hollywood Repórter

Deus não está morto 2


Deus não está morto 2 apresenta o desafio de assumir a fé


 estreia em abril

Em 2014 o filme Deus Não Está Morto levou mais de 290 mil espectadores aos cinemas do Brasil ao abordar a intolerância religiosa contra o aluno Josh Wheaton. Desta vez o tema se volta contra a professora cristã Grace (Melissa Joan Hart) que ao responder uma pergunta sobre Jesus em sala de aula de uma escola pública, acaba entrando em uma situação muito difícil, antes mesmo de ela terminar sua resposta.
Este é o cenário instigante de Deus Não Está Morto 2, a nova produção da PureFlix, será distribuída pela California Filmes e estreia no dia 7 de abril nos cinemas do Brasil. O drama examina o alto custo de posicionar-se em favor de Deus em público, o que tem acontecido muito nos dias atuais. Para o professor e Apóstolo Walter Cristie, a intolerância religiosa sempre existiu e diz “o que vivemos hoje é a ‘ridicularização’ dos princípios e valores cristãos em todas as esferas da sociedade. A discussão do tema do filme vai ampliar a nível nacional a questão filosófica e educacional pertinente ao momento social no qual estamos imersos”.
De acordo com os produtores de Deus Não Está Morto 2 a verdade também contribui para uma história mais convincente e dramática do que a ficção jamais poderia reunir. Segundo o Instituto Gallup, cerca de 50% dos jovens cristãos que entram na universidade abandonam a fé em Deus.
“Quando você diz que é cristão protestante no meio acadêmico, algumas pessoas supõem que estaremos catequizando-os forçadamente em algum momento ao se falar do amor de Deus, nos comparando com fanáticos religiosos. Contudo sabemos que é algo espontâneo e que o amor que existe em nós vem de Deus”, contou Matheus Dias, de 20 anos, estudante de História da Universidade Federal Fluminense ao relatar situações desagradáveis que sofreu no ambiente acadêmico ao posicionar sua fé, cristã, em sala de aula.
A expectativa de todos os envolvidos no longa metragem é exatamente mudar essa perspectiva. Hayley Orrantia, que interpreta Brooke Thawley, a aluna que faz a Grace a pergunta sobre Jesus e desencadeia o processo legal, disse que está satisfeita em tocar nesse assunto polêmico e indaga o porquê de não podermos falar sobre esses tipos de assunto em sala de aula.
Segundo o escritor Rice Broocks, autor do livro “Deus Não Está Morto 2″ a ser lançado neste ano pela editora Thomas Nelson “para alguém que tem interesse em História, quero dizer historiadores reais, não há dúvida de que Jesus existiu. Há três vezes mais referências a Jesus historicamente do que ao imperador romano Tibério”.
Para a professora de sociologia e conselheira educacional Camila Oliveira, o âmbito escolar deve ser um espaço de respeito à diversidade, principalmente a religiosa. “Um dos principais papéis da escola é formar cidadãos que respeitem o fato de sermos um país extremamente plural. Não considero como positivo o fato de radicalmente excluir referências cristãs do currículo escolar, pois se trata da maior matriz formadora da nossa cultura”. Referindo-se ainda a proposta de unificação do Plano Nacional de Educação via Base Nacional Comum Curricular que prevê a exclusão de alguns conteúdos da grade curricular, inclusive os de teor cristão.
O diretor Harold Cronk, que também dirigiu o primeiro drama da sequência Deus Não Está Morto 2, disse que espera apresentar aos cristãos como defender sua fé de forma corajosa e eficaz no novo longa.
Segundo ele “é uma caminhada com o personagem de Melissa do tipo: ‘Até onde você está disposto a ir, o nível de perseguição que você está disposto a enfrentar, para realmente mostrar ao mundo o que você acredita ser verdade?”Nessa produção, os exibidores abrirão ao público a possibilidade de fazer reservas de salas de projeções para grupos, com valores especiais. Nesse caso é preciso se cadastrar em reservas para grupos.

terça-feira, 8 de março de 2016

Manaus




Uma deliciosa lembrancinha pra levar pros amigos de Manaus são chocolates com sabores exóticos, feitos com frutas amazônicas. A Bombons Finos da Amazônia tem opções para todos os gostos e os preços são bons. Entre os sabores estão cupuaçu, castanha, açaí, buriti, araçá-boi e cubiu.



Ecoshop - Artesanato em Manaus (Foto: Esse Mundo É Nosso)

ARTESANATO EM MANAUS

PRAÇA TENREIRO ARANHA
Praça Tenreiro Aranha - Artesanato em Manaus (Foto: Esse Mundo É Nosso)

Embora fique numa região bem bagunçada do centro de Manaus, a Praça Tenreiro Aranha reúne barraquinhas simpáticas com artesanato local a ótimos preços se comparados com os mesmos produtos em lojas. Os principais produtos são de origem indígena, mesmo que faltem índios por ali. Além de artesãos amazonenses é comum encontrar venezuelanos, peruanos e colombianos.
Os quiosques ficam abertos de segunda a sábado, entre 9h e 18h. Aos domingos, procure a feira de artesanato da Av. Eduardo Ribeiro.

Praça Tenreiro Aranha, s/n – Manaus
Entre as ruas Marcílio Dias e Guilherme Moreira
Segunda a sábado, das 9h às 18h

Encontro das águas em Manaus (Foto: Esse Mundo É Nosso)

Apesar de mais caro, preferimos fazer o tour com um barqueiro particular. Além da comodidade, queríamos gastar menos tempo. Enquanto as agências levam 7h para a visita, os barcos privados fazem o mesmo em 3h ou 4h.
Encontro das águas em Manaus (Foto: Esse Mundo É Nosso)
Seguimos a dica da Anna do blog Nós no Mundo e fizemos o tour com o Anselmo, que já havíamos agendado por telefone ( 92 9159 3610). Os preços são cobrados pelo barco e não por pessoa. Pagamos R$350.
Encontro das águas em Manaus (Foto: Esse Mundo É Nosso)



A única desvantagem dos passeios privados é que eles partem do porto do Ceasa, bem distante do Centro de Manaus e muito feio. Ou seja, não contávamos que gastaríamos R$40 de táxi até lá e o mesmo para voltar.

O QUE FAZER À NOITE EM MANAUS: DICAS DE BARES E RESTAURANTES

A região mais boêmia para o turista em Manaus sem dúvida é o entorno do Teatro Amazonas

O largo de São Sebastião é ótimo pra quem gosta de bares ao ar livre, o que não quer dizer

 que você evitará o calorão. 


bares como o African Housee a Casa do Pensador. As mesas de madeira invadem o largo, com vista para o teatro. Os preços são razoáveis e as porções bem fartas.

Noite em Manaus - Isca de Pirarucu no O Pensador (Foto: Esse Mundo É Nosso)

Se você decidiu ficar por aqui, não deixe de dar uma passadinha no quiosque do Tacacá da Gisela e levar um pra sua mesa. O tacacá é uma comida típica da região amazônica que é uma espécie de caldo servido em cuias com tucupi, goma de tapioca cozida, jambu e camarão seco. É delicioso e ainda deixa a boca um pouco adormecida por conta do jambu.


Noite em Manaus - Tacacá da Gisela (Foto: Esse Mundo É Nosso)

Noite em Manaus - Tacacá da Gisela (Foto: Esse Mundo É Nosso)

- Tacacá da Barraca da Gisela - Já ouviu falar nessa comida? É uma espécie de sopa a base de mandioca, geleia de tapioca, camarões e uma erva que formiga a boca. A cuia é enorme e pro paladar da gente eu diria que é quase impossível tomar inteira. Vale dividir uma cuia entre todos os que estiverem com você para que cada um possa provar. Não é a comida mais deliciosa do mundo, mas eu sou a favor de provar os sabores do lugar. Além disso, o Tacacá da Gisela vem sendo eleito o melhor pela Veja há anos consecutivos. R$12,00. 

SORVETE GLACIAL DE MANAUS

Sorvete Glacial de Manaus (Foto: Esse Mundo É Nosso)
Sorvete Glacial de Manaus (Foto: Esse Mundo É Nosso)

Duas bolas saem por R$5. Quem quiser também pode se servir por peso. O quilo custa cerca de R$40. A desvantagem fica pelo fato de não aceitarem cartão de crédito/débito.
O diferencial está no uso das frutas regionais da Amazônia. Taperebátapioca,tucumãcupuaçuaçaí e banana caramelada.


5 Comidas que você não pode deixar de experimentar em Manaus

1 – Banana Frita
Banana pacovã (Parecida com a banana da terra encontrada no sudeste) pode ser feita de três formas: doce, salgada e caramelada. A doce é feita da banana pacovã madura e é frita tipo ‘chips’. A salgada é feita da mesma forma só que com a banana verde. E a caramelada é feita com a banana madura frita em pedaços grandes e acrescenta-se açúcar.
São encontradas geralmente em barracas nas esquinas do Centro de Manaus. Custa entre R$2 e R$3. Eu adoroooo!!


Banana Chips -  É o verdadeiro snack made in Amazonas. As bananas em rodelas finas na versão amarela e marrom são fritinhas como uma batata chips e vendidas em todos os ambulantes espalhados pelo centro da cidade. R$1,00 o saco pequeno e R$2,00 o saco grande. 


2 – Picolé da Massa
Nesse calor de Manaus um picolé em qualquer hora do dia é muito bem-vindo.
A diferença que o nosso picolé tem com os dos outros são os sabores. Há sabores que só se acham aqui, como o de buriti que é meio azedinho e o de bacaba. Prove também o de tapioca, farinha láctea, açaí, goiaba (são os sabores clássicos).
Você encontra o picolé da massa no terminais de ônibus (bairros: Centro, Cachoerinha, São José, Jorge Teixeira e Cidade Nova), no terminal de ônibus da Matriz próximo ao porto de Manaus e Catedral de Manaus e em algumas outras paradas de ônibus. E custa R$0,75 a R$1

3- Bala de Cupuaçu e Castanha
Feito de chocolate, o doce de cupuaçu e castanha vai certamente alegrar o seu dia. Pelo menos alegra o meu =). Mistura do doce do chocolate com o azedinho do cupuaçu com o crocante da castanha parece a combinação perfeita. Todos AMAM!!!
Dá pra encontrar em todo o lugar, é só gritar lá no centro: “Bala de cupuaçu” que uns 15 vendedores aparecem. Ok, exageros à parte, é bem fácil de encontrar no Centro de Manaus, no aeroporto e até nos shoppings. Há duas marcas bem famosas: Bombons Finos da Amazônia e Oiram, as duas oferecem outros sabores que vale muito a pena experimentar. Custa entre R$1 e R$3.

4 – Pão com Tucumã e queijo, o nosso X- caboquinho

x-caboclinho
Tucumã é uma fruta com casca levemente dura, portanto, não é lá muito fácil descascar (precisa de um pouco de prática) e com a polpa na cor laranja na qual se tiram as lascas. E são essas lascas que se coloca no pão com queijo coalho e faz a alegria no café da manhã ou no lanche da tarde.
Muito popular no Amazonas, o pão com tucumã e queijo é conhecido também como “X-caboquinho” e pode ser encontrado pela manhã nas barraquinhas de café espalhadas pela cidade, no café da manhã dos hotéis, nas padarias e algumas Lanchonetes. Custa entre R$3 e R$5 dependendo do lugar e de quão recheado é o sanduíche. Bem, eu adoro. Troco fácil qualquer Burguer King ou Goumert Burguer Kichen por um pão com tucumã e queijo! Troco mermooo!

5 – Açaí

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Aí você vai me dizer: “Mas açaí tem em todo lugar!” Não senhor!!!
O nosso açaí daqui não é igual ao comercializado nas outras regiões do país. Nosso açaí é mais natural e denso e comemos de forma mais simples com açúcar e farinha de tapioca (Sem aquela frescura toda de granola, chocolate e leite condensado que acaba camuflando o gosto do açaí). Esse é o açaí que você tem que experimentar pra poder sentir o real sabor da fruta. E como dizer os mais velhos: “É esse o açaí que dá sangue!”
Pode encontrar nas feiras (é vendido em saquinhos com 1 litro) e em algumas lanchonetes.
Recomendamos:
Açaí no Ponto (Ponta Negra e Largo São Sebastião)
Waku sese (Ponta Negra e todos os shoppings de Manaus)
Que delícia heim!?
Agora é se jogar nos sabores!!


PRAIA DA PONTA NEGRA




Pôr-do-sol na Praia da Ponta Negra, Manaus (Foto: Esse Mundo É Nosso)

COMO CHEGAR
Ônibus: A linha 122 liga o Centro a Ponta Negra. Vale lembrar que o sistema de transporte urbano de Manaus não é muito bom e você poderá pegar veículos lotados e sofrer com a demora. Esperamos por muito tempo algum ônibus passar para voltar de Ponta Negra para nosso hotel na região central e acabamos desistindo.
Táxi: A corrida entre o Teatro Amazonas e a Praia da Ponta Negra custa entre R$30 e R$40, dependendo do horário e trânsito.

TOUR PELO TEATRO AMAZONAS


TEATRO AMAZONAS
Praça São Sebastião, s/nº – Centro – Manaus/AM – Brasil
(92) 3232-1768
Teatro Amazonas (Foto: Esse Mundo é Nosso)



Bombons Finos da Amazônia


Foto de Bombons Finos da Amazônia



Deliciosos, não é um quiosque e sim uma loja mesmo de shopping. Atendimento muito bom. Se levar mais de cem, sai por $ 1,25 cada (normal R$ 1,50)
O de cereja é o que mais gosto! É ótimo para dar como presentes ou lembranças. 

O chocolate é maravilhoso, misturado às frutas regionais ficam ainda melhores. Meu preferido é a Barra de Cupuaçu, 

- Bombom de castanha do pará e bombom de cupuaçu - O preço varia de R$2,00 a R$5,00 cada, mas ao contrário do que possa parecer, é mais difícil de encontrar do que no Sudeste. 



Mercado Municipal Adolfo Lisboa



Essa foto de Mercado Municipal Adolfo Lisboa é cortesia do TripAdvisor
Essa foto de Feira De Artesanato Da Avenida Eduardo Ribeiro é cortesia do TripAdvisor

Quem quiser se aventurar na Zona Franca vai encontrar relógios muito bacanas pela metade do preço das lojas, mas é preciso pagar uma grana de taxi pra chegar na fábrica e tem que encomendar na véspera para pegar no outro dia.


O que fazer


O centro da cidade é facilmente visitável. O entorno imediato do Teatro Amazonas é organizado e seguro.
 Depois de visitar o teatro (as visitas são guiadas e ocorrem a toda hora), dê um pulinho ao Palácio de Justiça, que fica atrás, e à casa onde morou Eduardo Ribeiro, na rua transversal.
 Volte à praça para um tacacá no quiosque da Gisela (a partir do meio da tarde), um sanduíche de pernil no Bar do Armando (que ferve à noite) e um sorvete na Glacial (que tem ótimos sabores amazônicos, na quina da praça).

 Faça compras na Galeria Amazônica, na mesma calçada da Glacial, que tem uma coleção espetacular de artefatos indígenas com origem documentada e preços ótimos. 
Se não quiser fazer o passeio do Encontro das Águas com agência, trate um barco no Porto da Ceasa

Não deixe de visitar o Museu do Seringal Vila Paraíso; o ponto de partida é a Marina do Davi, passando o hotel Tropical (e na volta dá para tomar um banho na Praia da Lua).

Manaus: taí uma capital brasileira onde não é tão fácil economizar. A começar pela passagem aérea que custa um pequeno absurdo se comparada com algumas cidades latino-americanas. Em algumas ocasiões fica mais em conta ira para Lima, no Peru, do que desembarcar no Amazonas. Mas como você não quer – nem pode  perder – o Encontro das Águas e muito menos a fartura gastronômica do estado conheça algumas atrações gratuitas da cidade. Com exceção do Teatro Amazonas, algumas galerias e prédios históricos têm entrada livre.

1. Palacete Provincial | Depois de uma bem sucedida obra de restauro, o antigo prédio da polícia se tornou um dos principais centros culturais da cidade. Tem Pinacoteca, museus temáticos e um café que serve o tradicional X-Caboclinho, o sanduíche de tucumã.

2. Palácio Rio Negro | O edifício é um dos remanescentes do glorioso Ciclo da Borracha. Alguns móveis e fachada foram preservados. Cada sala faz homenagem a um ex-governador do estado. O local é bem interessante para conhecer um pouco da história política e econômica da região.
3. Centro Histórico | O centrinho de Manaus reúne monumentos históricos e diversos prédios da Bélle Époque. Estão por ali o Palácio da Justiça, o Palácio Rio Negro, o Teatro Amazonas e a Catedral.

4. Palácio da Justiça | A construção, de 1900, tem estilo renascentista. Está rodeada por um enorme muro com balaustradas. Abriga cinema e exposições de arte. Tem lojinha de souvenirs e um café. Oferece visita guiada bilíngue.

5. Parque Ponta Negra | A orla da praia de Ponta Negra tem uma enorme estrutura turística com pistas de caminhada, ciclovia, bares, restaurantes e espaço para shows. Dali é possível apreciar um lindo pôr do sol no Rio Negro.




quarta-feira, 2 de março de 2016

Faraó morreu ou não na Travessia do Mar Vermelho? Veja o que a Biblia diz a respeito disso.

 Faraó morreu ou não morreu na travessia do Mar Vermelho?

Cara leitor(a), recebi perguntas de vários irmãos em Cristo com essa mesma dúvida, se o Faraó morreu ou não morreu na travessia do Mar Vermelho. Para termos uma resposta bíblica, vamos analisar o que temos de fato escrito na Bíblia sobre essa questão:


(1) O texto principal que narra a perseguição dos israelitas e a travessia do Mar Vermelho se encontra em Êxodo 14:1-30. Podemos perceber nessa narrativa que o Faraó sai junto com um exército escolhido de seiscentos carros em perseguição aos israelitas (v.v.6-7). Ou seja, fica claro que o Faraó sai liderando seu exército nessa perseguição aos israelitas com o claro objetivo de trazê-los de volta à escravidão no Egito.

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(2) O texto de Êxodo não nos diz objetivamente se o Faraó entrou ou não no Mar Vermelho atrás dos Israelitas: 

“Os egípcios que os perseguiam entraram atrás deles, todos os cavalos de Faraó, os seus carros e os seus cavalarianos, até ao meio do mar” (Êxodo 14:23)

Também não temos uma menção objetiva de que o Faraó tenha sido engolido pelas águas quando desabaram sobre os egípcios: 

“E, voltando as águas, cobriram os carros e os cavalarianos de todo o exército de Faraó, que os haviam seguido no mar; nem ainda um deles ficou” (Êxodo 14:28).
(3) Considerado isoladamente, a narrativa de Êxodo não nos dá elementos concretos para podermos afirmar com 100% de certeza que Faraó tenha morrido na travessia do Mar Vermelho. Porém, causa estranheza o fato do Faraó vir com seu exército e no momento mais esperado pelos egípcios, que era de perseguir de perto e capturar o povo israelita, o Faraó simplesmente pare de liderar o exército que vinha liderando por todo o caminho e fique apenas observando. Era comum que reis e faraós liderassem seus exércitos nesse tipo de campanha de guerra. Mas ao mesmo tempo causa estranheza que Moisés não tenha registrado a morte do principal inimigo do povo de Deus naquele momento. Será que Moisés pode não ter visto se o Faraó também foi tragado pelas águas? É uma possibilidade. No cântico de Moisés registrado em Êxodo 15, Moisés também não relata a morte do Faraó: 

“Lançou no mar os carros de Faraó e o seu exército; e os seus capitães afogaram-se no mar Vermelho” (Êxodo 15:4).
(4) Por outro lado, considerando um outro texto bíblico que fala sobre a vitória do povo israelita sobre os egípcios, temos a menção do Salmos 136:15: 

“mas precipitou no mar Vermelho a Faraó e ao seu exército, porque a sua misericórdia dura para sempre” (Salmos 136:15-17).

 Nesse texto bíblico a menção da morte do Faraó é clara. Talvez uma explicação para essa menção posterior da morte do Faraó nesse Salmo seja um indicador de que Moisés quando escreveu o relato de Êxodo não tivesse a certeza da morte dele, mas, posteriormente, a notícia dessa morte tenha sido divulgada quando os egípcios ficaram sabendo de tudo o que ocorreu e a notícia se espalhou, o que permitiu a outros escritores bíblicos terem essa certeza e registrá-la.
(5) Dessa forma, em minha opinião, a Bíblia nos dá elementos suficientes para crer que Faraó tenha sim morrido na travessia do Mar Vermelho, junto com seu exército. Fato esse que Moisés não tinha certeza à época do seu registro de Êxodo (por isso não o registrou), mas que, depois, pode ser confirmada e registrada de forma clara pelo autor do Salmos 135.

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2016

COMO LIMPAR PANO DE PRATO NO MICROONDAS

 Fica branquinho e com cara de novo

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Quarar pra quê? Use o microondas!  A dica é: “Molhe o pano de prato, passe sabão em barra, põe em um saquinho (desses de supermercado mesmo) e deixa por um minuto e meio no microondas. Pronto! Mais branco que propaganda de sabão em pó ! Você vai ter orgulho dos meus panos!!!”. Os microondas deveriam ter, além das funções aquecer e descongelar, também a função “quarar”! Boa, né? Acredito que a mesma dica pode dar certo também com meias, e outra roupas brancas. Quem fizer, conte nos comentários!